ViagensIsrael e Jordânia

Em 2019 viajei (finalmente!) pela Jordânia e Israel.

Visitei Amã e algumas das antigas cidades romanas envolventes. Paseei pela velha Petra, considerada uma maravilha do Mundo e Património da Unesco. Jantei com beduínos no deserto de Wadi Rum e pernoitei numa tenda debaixo da luz das estrelas. Atravessei a pé a fronteira para Israel, onde subi a fortaleza de Massada no deserto da Jordânia – de cortar a respiração! E claro, não falhei o banho no mar morto, uma experiência a não repetir….

Por fim a tão desejada chegada a Jerusalém, Terra Santa para Judeus, Cristãos e Muçulmanos: vale não pelo que se vê, mas pelo que se sente.

Jerusalém é a casa do Deus único, a capital de dois povos, o templo de três religiões e ela é a única cidade a existir duas vezes — no céu e na terra.

in biografia Simon Sebag Montefiore

Em Jerusalém cada rua, cada muro, cada porta está carregado de história, mas o que surpreende mesmo é a vibração da cidade. Quando planeámos esta viagem (onde nada, nunca, é deixado ao acaso), marcámos, com meses de antecedência, o restaurante,Machneyuda. Depois de um dia entregue à espiritualidade, a energia e vibração desta experiência marcou sem dúvida a nossa viagem.

A viagem terminou, como não poderia deixar de ser, com a vibrante, cosmopolita, moderna e multicultural cidade de Tel Aviv. Uma excelente forma de terminar a viagem antes do regresso. Uma cidade que por si só justifica uma escapadinha a dois, com amigos ou em família.

Sofia Moura

Qual a melhor altura para visitar Israel e Jordânia
  • O ideal é viajar na primavera (abril/maio) ou no outono (outubro/novembro), quando as temperaturas são mais amenas.
  • Devem-se evitar os meses de verão (julho e agosto), quando o calor ultrapassa os 30 graus.
  • São também de evitar os períodos de peregrinação. Israel recebe inúmeras peregrinações durante o ano que influenciam a procura e ocupação dos hotéis, o ritmo e o orçamento das viagens.
  • Ao planear a viagem não esquecer que sexta feira é Shabat, dia de descanso semanal no judaísmo, levado muito a sério, pelo que a partir do pôr-do-sol da sexta-feira até ao pôr-do-sol do sábado as cidades ficam paradas.